terça-feira, 19 de julho de 2011

     Há sempre aqueles dias de desespero, em que o mundo parece não te entender. Isso realmete é muito frequênte comigo, mas por mais ridiculo que pareça, sempre que exibo tal desespero online, há uma pessoa que aparece e me salva da selva dos meus pensamentos.
     O entendimento também pode aparecer no curso de uma conversa com um amigo que você não vê a anos, mas que sua presença se faz nos momentos mais inesperados e te dá respostas que você nem havia ainda formulado perguntas.
     Ou então você pode ter uma afirmação espontânea, surgida num momento de nostalgia... na reavaliação de erros, na explicação dos tropeços. Pois bem, minha semana teve todos esses graus de compreenção em dias seguidos e com amigos das mais variadas procedencias e localidades.

Era a cartase que eu precisava nesse momento.

     Desde a última vez que postei, mais uma vez minha vida deu uma guinada surpreendente, acreditem se quiser, mas agora eu trabalho! Sim... Mas por trás de toda a realização pessoal que senti no primeiro momento, começaram a aparecer mais algumas características humanas que eu não conhecia. Antes eu me espantava com o egoismo, com o ciúme, com a falta de senso de mundo... Mas hoje eu me espanto com coisa de 'gente grande', vejo que as fofoquinhas onlinne são coisas inocentes perto das armadilhas que podem te preparar. Hoje prefiro minhas batalhas no Twitter, lutando por algo que eu não sabia o que era, mas era meu orgulho em jogo, uma guerra alimentada por ambos os lados e que no futuro vai nos fazer rir.

     O que vejo hoje são pessoas que tentam desvendar quem você, mesmo quando você não tem nada a esconder. Pessoas que procuram em casa passo seu uma prova irrefutável da sua falta de indole... Pessoas que usam de palavras das mais variadas formas, fazendo você acreditar na docilidade das mesmas, mas que no segundo seguinte, quando você vira as costas só o que você pode sentir são garras nas suas costas. O motivo? Você estar lá.

      Podem me chamar de dramática, mas definitivamente poucas pessoas conhecem meu mundo, este mundo que é capaz de me salvar de tudo caso eu saiba controla-lo de maneira satisfatória. É dificil, mas tenho a cada dia dicas e provas de que nada que aparece em minha frente é por puro acaso, por mais que tentem por na minha mente que destino não existe. Afinal, quem são eles pra decidirem em que acredita.
     Desconexo como sempre. Mas menos perdida que antes.