segunda-feira, 3 de dezembro de 2012



It’s a new life... It’s a new Day...

Não.

Tudo vem acompanhado das mesmas sensações de desespero, de desamparo... Nunca muda.
O que também é incapaz de mudar é a percepção limitada das pessoas que tentam me fazer falar. Poucos fingem querer entender... Alguém sequer tenta, ou imaginar o que se passa por minha cabeça nesses momentos é um privilégio de poucos que vivem tormentos parecidos?
Gostaria de entender a razão de minhas tempestades sentimentais serem desencadeadas por situações tão simples, a razão de me importar tanto com tantos outros que tem a tranquilidade pairando em sua mente enquanto surto.
A razão dessa necessidade de poder compartilhar tudo com alguém que sinta o mesmo.
Pois bem, o Vazio voltou. Ou quem sabe só se camuflou por algum tempo.

domingo, 13 de maio de 2012

     Se meus supostos leitores vivessem de minhas postagens, acredito que hoje eu não tenho mais nenhum... Nem me dei ao trabalho de olhar o que escrevi e sentia na ultima postagem, pra que nao ficasse pensando na Gabriela que escreveu naquele momento.
     Continuo estranha, pelo menos não mudei a ponto de ser uma nova pessoa.
     Dizem que o trabalho dignifica o homem, acredito que no meu caso isso seja real.
     Dizem que a idade tras a paciencia, nisso eu não concordo tanto, mas em relação ao desespero que me corroia, estou ótima, obrigada.
     As mais diversas questões ainda me perturbam, mas agora sei gerencia-las melhor...

     A faculdade? Bem, aquela maquina burocrática ainda funciona, e é capaz de me trazer alivio mesmo estando cada vez mais voltada a planos que não aderi.

     Lendo isso parece que me mudei pra uma fazenda e que tudo é edilico. Talvez seja só o domingo a noite que me dopou.