quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Uma busca por mim.

     Periodicidade nunca foi o forte da minha escrita. Mas hoje, qualquer palavra que aqui saia terá um significado inédito, uma vez que faz parte de uma busca pessoal, uma busca que quer reencontrar a Gabriela que se perdeu em algum momento nesses últimos dez anos.
     Há muitas possibilidades que apontam pra razão dessa perda, mas certamente não existe apenas uma causa...

...Otro dia que vá...

     Acredito que o mais difícil já foi, pois reconhecer que nos perdemos é extremamente doloroso, ainda mais quando aparentemente todos seus sonhos estão no alcance da memória. O que falta quando nada falta? Talvez eu me falto.
     O motivo do blog? Bem, foi uma das lembranças que carrego de algo que gostava de fazer desde meus primeiros acessos à internet.
     O caminho escolhido? Resgatar algumas músicas de infância e adolescência... A cartase que essas músicas trouxeram foram de enorme valia.
   

domingo, 14 de junho de 2015

OITNB derrubando forninhos novamente

Em tempos de crise ideológica e de passos largos rumos ao “conservadorismo fanático” – se é que cabeaspas nessa situação – eis que o lampejo de uma sério preocupada em desconstruir estigmas volta mais forte do que nunca.

Pra quem vê Orange is the new Black como um mero retrato de uma prisão feminina, onde o centro da atenção é apenas as relações intimas das detentas, eu digo: veja o primeiro capítulo da terceira temporada e só depois disso veja a primeiras temporadas.

Hoje tive a impressão de que o roteiro cansou de ser sutil em sua proposta e trazendo uma complexidade histórica e emocional, foi capaz de desmontar aqueles mais sensíveis às questões em voga.

Primeiramente, o recurso dos flashbacks já usados desde as primeiras temporadas continuam mostrando a humanidade negada àqueles que se encontram no sistema prisional, trazendo as diferentes origens dessas mulheres juntamente com o passado aqueles que detem mais poder naquele nicho, a exemplo da cena retratando o Sr. Headeyem sua infância conturbada com sua mãe. Acredito que foi uma tentativa de apontar o quanto é infundada a dicotomia funcionários X detentas, uma vez que as vicissitudes da vida pelas quais cada um passou os torna vuneráveis de maneiras diferentes (seja através de carências emocionais ou envolvimento com o mundo dos delitos).

Outro tópico que me fez apostar no aprofundamento crítico da série foi o diálogo da Dogget e Big Boo, retratando com tanta delicadeza e companheirismo dois primas sobre o aborto, que ao meu ver, mostra tão bem a hipocrisia e a negligência da sociedade frente a realidade do trinômio mulher – gestação – pobreza.

Desde as duas primeiras temporadas, pode-se perceber toda a contradição e complexidade que gira em torno da personagem Dogget, que sai do polo “mulher que interrompeu várias gestações” para o outro extremo da situação, onde após uma série de acontecimentos torna-se uma defensora do fanatismo religioso, mas que volta e meia deixa transparecer seu misto de remorso e dúvidas sobre suas decisões do passado, nunca deixando tais sentimentos suplantarem sua atual intolerância a qualquer pensamento divergente de sua nova realidade.

Na cena das pequenas cruzes destinadas a seus “bebês que não tiveram a oportunidade de serem batizados”, surge Big Boo, fazendo a função teatral do crown, falando sobre dados históricos sobre a queda da violência uma década após a legalização do aborto em alguns estados americanos. Uma mistura de teoria malthusianarepaginada, onde vê-se uma pitada da teoria da chamada ‘limpeza social”, que, ainda da fala de Big Boo, deixaram de nascer e não fizeram parte das tristes estatísticas envolvendo os resultados de uma família socialmente desgastada, condições adversas de sobrevivência e falta da perspectiva que estas crianças encarariam desde o berço.

Tal cena trás uma carga que, pessoalmente, joga ao vento toda a sordidez de um sistema que usa em seu proveito toda a dor cotidiana de milhares de mulheres condenas por abortar. Mulheres que, sem alternativas e amarradas às sua condição de pobreza ou qualquer outro motivo não conseguem aceitar seus filhos e se recusam a engolir a imposição de uma suposta maternidade inata. Assim, lhes são negados tanto a condição da escolha sob seus corpos quanto a revolução social que tanto necessitam, que traria ares igualitários economicamente, politicamente e enquanto possibilidade de emancipação ontológica.

Por fim, a festa do Dia das Mães, que inicia-se com um dia de comemoração para todas aquelas que veem nesse dia a oportunidade de ver seus filhos há tanto distantes que é brutalmente finalizada por um toque de recolher que expõe às crianças uma amostra da desumanização que essas mulheres suportam atrás das grades. Sob falas de fundo de crianças pedindo pras suas mães se levantarem do chão, gritos abafados de temor e olhares atônitos de duvida. A realidade mostra sua face mais cruel até para os pequenos que não entendem muito bem a razão daquilo tudo.

E como se não fosse o bastante todos os estágios do descaso, mães também são informadas de seu banimento da vida de suas crianças pequenas sob a justificativa de não deixa-las acostumadas com a vida prisional. O marido, muitas vezes cúmplice nos crimes da esposa se retira da vida da mesma, saindo ileso e passível de encontrar outras companheiras no mundo lá fora.

Ser mulher é um desafio a todas, todos os dias e de qualquer classe social, mas para essas, até sua condição de mulher  é negada após serem colocadas atrás das grades.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Novos horizontes!

     Há aqueles tipos de pessoas que, se possível, não sairia de seu canto de nascimento nem por um decreto. Há também o tipo de pessoa que tem até vontade de  desbravar novos territórios, mas o medo de sair do porto seguro  fala infinitamente mais alto. Por fim, há aquele tipo de pessoa que nasceu pra conhecer cada um dos cantos do mundo, e até do espaço se o dinheiro e a ciência ajudarem...
     Venho como uma porta voz de um híbrido dos três tipos de pessoas acima citadas. Alguém que teve tanto influências mais conservadoras quanto exemplos de que a vida pode ser mais interessante quando passamos por mais lugares.
     Posso dizer que minha primeiras experiências de estrada não foram as mais agradáveis, uma vez quedinhas primeiras viagens consistiam em ir a cas se parentes que nunca via e nunc conhece realmente ou idas a lugares que não entendia o porquê de ir, no caso, ir pra cidade onde mesclai montou a vida profissional dele. Mas isso aconteceu há muito tempo. 
     Meu contato mais direto com uma rotina de viagens aconteceu de forma cometamente inesperada, quando fui chamada pra trabalhar em uma cidade vizinha e foi necessário percorrer 80 km por dia pra ir e voltar desse job, sendo esse trajeto feito de ônibus, van, carona paga, caronas frustradas que me largaram mega longe da faculdade, caronas surpresa que me deixaram a porta de casa e enfim, até ofereci caronas! 
     - Ok Gabriela, mas qual a razão dessa  introdução da sua vida? 
     
     Bem, essa chamada foi pra primeiramente dizer: 

     - Não existe opinião estática sobre nada! (Ohhhhhh! ~ desmaios na plateia~) 

     Sim! Pois de uma nova rotina na minha vida, passei a achar as distâncias massantes das viagens antigas muito menores e agradáveis! Além de observar a beleza de cada percurso! (Certo que desde a infância sempre preferi a paisagem das idas pra casa dos parentes no Paraná ao caminho árido pra Brasília). 

      Outro "agravante" da minha mudança de hábitos foi minha ansiedade em tirar minha habilitação, que causou um caos mental na vida dos pais quando a tão esperada chegou! (Um dia conto minhas impressões automobilísticas! ) 

      Enfim, nossa epopeia chega a seu objeto final! Contar do último acontecimento que eu esperei tanto acontecer! A maior distância/ aventura / sonho realizado até o momento! 628 km de Franca a Ilhabela com estradas recheadas de caminhões e serras loucas com motoristas ligeiramente retardados! 
      
     É bom realizar sonhos com pessoas que fazer da nossa vida algo que vale realmente a pena viver! Pra finalizar, digo que nada chegaria a esse patamar de realização sem a participação especial do meu amore amor, que mesmo ligeiramente contrariado, confiou dia a dia em mim e hoje presencia e participa do dia mais feliz da minha vida, de any que ainda virão!!!   






domingo, 15 de março de 2015

Colocando pingos nos is.

     Há tempos venho ensaiando escrever algum texto onde ao menos eu tente colocar em palavras claras tudo que ando pensando dessa fase diferente em que vivemos politicamente. Acredito que por algum impulso recente que enfim resolvi agir em vez de imaginar inúmeras palavras em minha mente.
     
     Uma das maiores verdades que levo em consideração é que nossa vida é construída pelas influências que recebemos desde nosso primeiro passo na terra, e nada de que exibimos dia a dia nasceu sublimado de um universo x.
     Outra verdade é que sempre temos a possibilidade de repensar essas origens, questionar ideais e buscar por uma explicação que se adeque mais ao que estamos passando.
     Levando em consideração estes dois primeiros fatos, voltamos ao ponto que deu origem a tudo isso: qual o motivo de estarmos levando às últimas consequências opiniões divergentes que poderiam levar ao MESMO CAMINHO caso sentássemos e conversássemos sobre nossas demandas?
     Qual a razão de sermos segregados a um grupo por discordar de algumas opiniões, porém compactuar em outras ( estas segundas nunca são levadas em consideração, pois conhecer as primeiras já leva ao caos e às taxações segregadoras).

     Atualmente, pelo simples fato de eu não concordar com esse furor de Fora Dilma, ando sendo repetidamente chamada de Comunista (desde quando isso é uma ofensa), de filhote de Cuba dentre outras coisinhas.

     Mas eis que um dia surge uma foto com um certo governador em minha timeline, e logo surge um segundo fronte de batalha! 

    Resultado: gregos e troianos contra alguém que nada fez de mais!


     A explicação disso? Sinceramente não sei, mas vamos a novos fatos!


      Pra quem não conhece, sou formada em Serviço Social e eis que meu TCC foi TODO pensado em torno de uma crítica ao modo que nosso atual governo enfrentou a questão do ensino superior, investindo minimamente em uma universidade pública, laica, de qualidade e acessível a todos que queiram nelas ingressar.

      Sou, por outro lado, cria de pessoas que trabalham dia a dia enfrentando as intempéries econômicas e da questão social.

     Já em um terceiro prisma, toda minha experiência profissional está toda relacionada à educação, política pública cabalmente deteriorada no decorrer dos anos.

     Enfim, acredito que tenho a capacidade de conhecer superficialmente cada uma das revoltas que aviltam cada parcela de nossas vidas. Enquanto pessoa física, vivo cada reclamação 'pequeno- burguesa' na pele, e que se dane, fico muito triste em não poder comprar aquele batom caro e aquela bolsa de marca também. 
     Mesmo assim, vejo dia a dia que a revolta ignorante e odiosa não vai nos levar a um patamar satisfatório, politicamente falando, pois o problema não está centralizado em apenas um lado da moeda.

     Esses escritos confusos poderiam ser refeitos e aperfeiçoados, poderia adicionar toda a carga individual de culpa que carregamos nesses problemas atuais ou recorrer a teorias que colocam como centro a teoria Capital X Trabalho da forma que eu a compreendo, mas não... Trago aqui apenas mais uma partícula pessoal de um mar de histórias que se envolvem e sofrem com o caminho que estamos tomando.

sábado, 12 de abril de 2014

Hoje vai ser uma festa!

   


      Parece que dias intermináveis de ansiedade por fim tiveram seu término... e digo que foi um término muito satisfatório! 
     Para começar bem as primeiras horas do ~dia do seu nome~, estou aqui pra escrever algumas palavras perdidas, mas que vem com toda a felicidade do mundo, pois estamos juntos mais uma vez!
     Sabemos que eu sou uma namorada complicada, mas que cada sorriso seu, faz com que eu veja que estou no lugar certo, e que é ao seu lado que desejo permanecer...


Feliz aniversário more mor da minha vida
Daqui até a eternidade!

   

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Enfim, posso respiram um pouquinho....

AGRADECIMENTOS

Por quatro anos inteiros, ou até antes disso, pensei em várias palavras e agradecimentos que estariam presentes aqui, e bem... Chegou o tão esperado momento e espero que seja tão especial quanto sempre sonhei.
Escolher a trajetória que trilhei até o dado momento envolveu algumas complicações, e não comecei estes passos com convicção de que era o certo para mim, mas dia a dia vi que o desafio que o Serviço Social propôs em minha vida não poderia ser mais condizente com a figura de adulta que busquei, e este processo não teria o mesmo efeito sem as pessoas que me acompanharam até aqui.
Primeiramente agradeço à minha mãe, Sidinéia, que sempre deixou bem claro seus esforços e desejo de que suas filhas se tornassem pessoas de honra e respeito, e não importando os caminhos profissionais, sempre quis acima de tudo o bem de sua família.
Ao meu pai, Elias, que fez com que eu me esforçasse por anos pra ter argumentos para nossas conversas, tendo que concorrer com toda esta mídia enganadora, mas com força de construir ideologias que atualmente são capazes de reverter nossos mais nobres sentimentos de emancipação. Aos meus irmãos Karina, Mariana e Daniel: cada um com pequenas demonstrações diárias.Vocês não imaginam quanto me motivaram a continuar caminhando.
Especialmente a estes apresento desculpas pelo gênio maléfico.
Aos meus amig@s de sala, com especial emoção à Ana Beatriz, Maira, Nathan, Fernanda, Débora, Ana Ruth, Nayara e Débora Moretti - que compartilharam a maior parte dos dias de aula, de trabalhos sofrimentos, angústias, festas, diversões, loucuras.
Ana Bê e Maira: obrigada pela noção de amizade que vocês me fizeram repensar em cada etapa de nossas crises e reconciliações, acredito que amizade realmente tem este toque de jamais desistir de quem é especial em seus dias, e que se nada mais restar de compatibilidade, as lembranças ainda serão o mais forte motivo para tentar mais uma vez.
Serginho, obrigada por me fazer rever minhas concepções de vida, ver que uma conversa amiga vale mais do que qualquer busca por tranquilidade, que o mundo precisa ouvir e ser ouvido para aliviar as dores de cada dia... E que as delícias de ser cada um são mais intensas após grandes desafios.
Júlio, Camila, Rafael, Letícia, Neto, Diego e César! Aqueles Historiadores que me adotaram e me apresentaram a parte divertida de ser Unespiana, redescobrindo Franca do Imperador que apenas vocês poderiam entender. Vocês sempre tiveram a incrível habilidade de apareceram quando me sentia perdida em meio a centenas de pessoas, e fazer com que eu me sentisse notada e querida.
Ana Flávia, Patrícia, Rafael e Breno, os mais marcantes companheiros de vida, caminhando comigo desde os primeiros anos de escola até aqui; Construíram comigo ideais, sonhos. E hoje, mesmo estando em caminhos tão diferentes, ter aquela conversa nostálgica com vocês traz a noção de pertencimento.
Aos meus amigos pedregulhenses, que acompanharam e contribuíram muito para minha formação profissional e crítica, dando-me material de trabalho e oportunidades para chegar até aqui. Cada um de vocês sabe o quanto estão presentes em meu coração.
Ao Cássio, que fora da Academia mostrou sua verdadeira face, e que acreditou em mim mesmo eu estando distante dos meios formais de pesquisa na faculdade. Detalhista, exigente e atencioso com esse trabalho, além de ter me apresentado oportunidades as quais eu jamais conheceria sem suas dicas. Obrigada!

E por fim, meu maior confidente, meu amor, Fabrício que definitivamente foi quem mais sofreu com a finalização deste Trabalho de Conclusão de Curso, com meus humores exaltados e aquele eterno sentimento de que sou a única pessoa pressionada pelos prazos no mundo. Sua paciência e sua compreensão foram cruciais. Obrigada por compartilhar do momento mais especial da minha vida até o dado momento!


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Bem, certamente faltaram algumas pessoas, mas o dia que escrevi essas palavras (25 - 10- 2013) foi quanto senti realmente a necessidade de colocar em palavras tudo o que meus amigos de caminhada viveram junto de mim... Escondi a sete chaves, e mesmo passando ao lado de curiosos (Né Patrícia), consegui guardar esse agradecimento até hoje... O real término desta saga.
2014 será o primeiro ano da minha vida em que as coisas não estavam pré programadas... Não prestei provas de mestrado, não fui bem em concursos que prestei, ainda estou desempregada... Mas ainda assim sinto uma enorme sintonia com esses tempos atuais! Sim, esse ano já começou muito bem, obrigada ;D

There's no sensation to compare with this
Suspended animation, A state of bliss

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

As vezes me pergunto se existe alguma pessoa no mundo que se atreve a não gostar do dia em que nasceu... Bem, se há quem não goste, certamente tem grandes (e tristes) motivos para justificar isto.
Este  pequeno texto não se enquadra a este universo!
Por anos a fio venho experimentando dias marcados por bons momentos, mas nada se compara ao lindo 29 de outubro... Aquele dia que parece ser o mais bem talhado de todo o calendário, mais formoso e lapidado... Também pudera, as surpresas que esse dia me trouxe deixam esta sensação de expectativa, quase sempre desde as 7:10 da manhã – Mãããe! Agora eu nasci!!
Me parece um dia em que as pessoas estão livres para finalmente falar o que não são capazes nos outros 364 dias do ano... Isto de vida online deixa as coisas mais intrigantes, pois dá mais um quê de visibilidade àquele dia que mal aguardo, mas ao chegar...

Obrigada a todos que fizeram desse dia algo mais feliz... Especialmente aqueles que estiveram próximos físico e intencionalmente!!


terça-feira, 1 de outubro de 2013

O começo do fim..

     É nesse momento que paro nosso importantissimo trabalho sobre o projeto ético político, para mandar um pequeno desabafo sobre meus sentimentos noturnos...

     Bem, que eu sou uma pessoa extremamente complicada, todos já sabem... E que minha bipolaridade deveria ser estudada, pois está pra existir alguém mais terrível que este ser que vos escreve... Mas, uma coisa que sempre soube destacar são meus pequenos momentos alegres.
     Dizem que boas sensações são maximizadas quando sua vida anda mergulhada em más impressões - e se não disseram isso até hoje, então acabo de inaugurar tal verdade - e hoje foi um dia destes.
     Não me vejo como alguém de muitos amigos. Sou geniosa, emburrada e rancorosa, mas mesmo com defeitos tão sujos, hoje pude ver uma amostra de companheirismo que há tempos me faltava... Não acredito que seja fácil de encontrar pessoas assim, mas fico grata de tê-las ao meu lado. Nada impede que amanha eu sofre de um surto de mau humor de desaponte vocês novamente. Mas hoje, hoje foi um dias dias mais legais que pude viver.
     Talvez seja o final do curso que anda deixando os corações mais moles, porém acredito que boas vivencias são carregas sempre, a despeito do momento. Hoje posso dizer que sentirei falta da faculdade e que tive pessoas que me deram momentos incriveis!
 
Ana Bê e Maira :)

terça-feira, 23 de julho de 2013

girl girl
pai e mae falando pra eu largar pedregulho
acho que eles nao aguentam mais me ver chorando

ta vendo, uma hora eles entendem
eu tenho certeza que vc tem mais potencial que isso

22:05
uahhh cels





Bem, e assim caiu minha lágrima concretizando a consciência de que as pessoas ao meu redor são presentes o bastante pra me sentir segura dos meus pensamentos.
As vezes ainda penso que é exagero da minha parte estar tão desesperada pra abandonar meu atual status. Mas a crença de que o trabalho deve ser mais que uma tortura insuportável me persegue... Podemos ser mais que uma obrigação... "Trabalho que odiamos, para comprar coisas que não queremos... Para agradar pessoas das quais não gostamos..."

A frase exata não é assim, mas sintetiza tudo aquilo que não quero pra mim. Já fui feliz em um trabalho, nos meus estágios, na minha faculdade e preciso enxergar meu objetivo para além dos obstáculos mais próximos.

Minha ideologia ainda está forte por minha juventude ou as pessoas que me decepcionam deixaram este fogo se apagar por não saberem a hora de parar?

Utopias se apagam com a idade? Acredito que pensar na infinidade e potencialidade das pessoas não é em vão - não vou abandonar esta parte de mim.


Mãe, Pai, Patthy, Ana, Fabrício, Maysa, Rafa: contribuiram pra momentos de estabilidade

Agora meu maior inimigo olha cansado através do espelho... Qual será o resultado da minha luta interior?

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Texto escrito com a finalidade de responder umas questões de minha colega de sala e companheira de sofrimento Lígia Andrade.
Espero que sirva pros seus objetivos :)


Três anos e meio e um suspiro.

     Entrar na universidade estava nos meus planos desde os meus 10 anos de idade. Esse já é um fato que marca minhas lembranças, uma vez que desde esta época eu e minhas duas melhores amigas falávamos sobre as vantagens de uma instituição pública e de instituições privadas... Assunto meio estranho para crianças desta idade. Tudo influência de uma mãe que desde sempre viu o estudo como algo de importância ímpar, e que desde que soube que suas filhas alcançaram uma certa maturidade, passou a conversar sobre esta etapa da vida, e por em nossas mentes que a melhor forma de independência era buscar o conhecimento.
     Quando chegou o ensino médio, surgiu a boa e velha dúvida sobre qual caminho seguir, o velho sonho infantil pedia medicina, a vontade de instigar a curiosidade dos mais novos pedia algo que me tornasse professora. A dúvida e as condições da época escolheram Serviço Social - Unesp - Franca.
     Por ter conversas recorrentes dentro de casa, nunca me senti pressionada a entrar em uma faculdade, aquilo já fazia parte de mim a tanto tempo, que existia sim uma enorme ansiedade, planos sem fim... A vontade de morar fora não foi possível, mas a saída da rotina infantil conta até hoje como uma experiência sem igual. Mas hoje acredito que entrei bem imatura neste novo mundo, e que formar-me com 22 anos é uma responsabilidade grande, ainda não me sinto confortável com a ideia de ter um 'alvará' em forma de diploma falando que sou alguém capaz de lidar com uma profissão tão complexa.
     Conhecer uma nova perspectiva do mundo não é fácil, ainda mais em uma época em que nossos ideais são destruídos a todo momento, é bem desafiante filtrar a quantidade de informações que recebemos daqueles chamados veteranos. Passei por crises de identidade, de religião, de visão política, percepção familiar... Tudo!
     Reconhecer que fomos criados de forma egoísta e meritocrática foi o maior desafio subjetivo, pois foi o primeiro lugar em que convivi com pessoas de diferentes idades e crenças, onde conversar é a única forma de criar inimizades e falsas idéias das pessoas. Finalmente considerei a ideia alheia, as diferentes formas de criação e educação, entretanto a noção de respeito mútuo se afirmou definitivamente, pois pude compreender diferentes formas de ser.
     O maior obstáculo foi começar a trabalhar no meu segundo ano de faculdade, viajar todos os dias para uma cidade vizinha, não encontrar tempo para estudar, ficando fora praticamente 15 horas por dia. Mas nenhuma situação vem desligada de um novo conhecimento, passei a entender e me preocupar com uma nova realidade a qual não conhecia: a dos estudantes trabalhadores. Percebi a dificuldade que é buscar uma melhora intelectual e financeira frente a um mercado de trabalho tão precário e massante, reparei que a educação é super valorizada enquanto você tem dinheiro para se mantem sem precisar trabalhar, e que no momento em que você busca um estágio pra por em prática 3 anos de teoria, você se vê barrado por pessoas sem ética, que defendem direitos e acesso individual. O estudo é algo elitista, e as pessoas são hipócritas.
     Enfim, e a despeito de tantos tropeços, a faculdade é um lugar que instiga o crescimento humano das mais diversas formas, e apesar de seu constante desmonte ela ainda é capaz de formas mentes preocupadas com uma sociedade justa.

A utopia ainda não dormiu.



Gabriela Fernandes Guimarães
4º ano de Serviço Social
21 anos
     Em tempos de independência e egoísmo, optei por ainda acreditar nas pessoas. Mas acreditar nas pessoas sem precisar delas soa falso. Não precisar delas te torna cético, ambíguo, hipócrita.

     Aqui se faz e aqui se paga.

     Pois fiz um agrado ao meu espírito de humanidade no início da tarde e a noite obtive uma prova de que as pessoas estão carentes de ajuda e ajudar.

     E nesse dia seguinte penso que nada mais legal que precisar de quem está ao seu redor... Seja por uma tremenda dor de estômago ou de alma.

     Estou feliz pois as coisas caminham e me fazem desconstruir e construir minhas perspectivas...


Lembre-se, nunca interrompa um post pela metade e retome no dia seguinte.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

apesar das adversidades, estou em um momento de confiança.
parte disso graças a velha guarda.

domingo, 14 de julho de 2013

     O mundo deve estar sofrendo em conjunto com os mesmos males, já que não houve uma única vez em que eu tenha ido à missa sem que algo me remetesse a algum acontecimento recente em minha vida...
     Hoje foi falado sobre o amor fraterno e a quem devemos direciona-lo, mas já não sei se as consecutivas tentativas valem mais a pena. Ok, eu sempre tive grandes erros, mas por mais impulsiva que eu seja, ainda tenho capacidade de ao menos tentar.
     As vezes ficamos tão preocupados em quantificar o quão maior é nosso desespero, frente ao desespero dos outros, que esquecemos de observar que estamos sendo nocivos, negativos e desleais às oportunidades que existem ao redor.

     Bem, meu endereço não tem a possibilidade de mudar tão cedo; as formas de comunicação hoje em dia são bem diversificadas.... Não será difícil encontrarem- me quando necessário. Hoje eu oficialmente abro mão de olhar apenas o meio vazio de minha vida.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Foda-se o imperativo categórico.

Não esperam nada dos outros convém mais.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

     As vezes chega aquele momenro em que você percebe que os últimos anos da sua vida foram direcionados a partir das ideias externas a você, e que sua opinião nunca foi de fato construida a partir do que você vive ou conhece. Também pudera, ultimamente somos tão impulsionados a buscar algo além de nós, que não resta tempo para se conhecer. Dia a dia a quantidade de pessoas que parecem ter a máxima certeza do que estão falando nos acomoda afinal, pra que construir seu próprio mundo se há tanta solidez lá fora?
     Chega a hora em que não nos reconhecemos mais, seu coração diz que as pessoas valem a pena, e que compreende-las é a maior expressão de amor, enquanto suas ações e vivências mostram que o que reina é a descrença. Qual a saida?
     Mais uma vez olhando exemplos, a resposta é a solidão, um retiro para que a resposta verdadeira não tenha influencia de sentimentos batidos. Mas a questão aqui vai além: conhecer a sia mesmo e ter uma postura melhor frente a vida... Isto requer treinamento.

sábado, 1 de junho de 2013

     Do mesmo modo que algo que lemos sem querer nos trás lembranças remotas, uma frase descolada do diálogo é capaz de desencadear dezenas de imagens mentais que por fim... colocam em xeque algumas escolhas feitas.
     Bem, nunca fui a pessoa mais fria do mundo, mas atualmente - com uma pequena ajuda profissional - me sinto capaz de distinguir o que me faz bem do que me faz sentir incapaz... O maior problema da minha vida: pessoas.
     Mas e quando optamos por defender o lado errado, e quando uma escolha se mostra infeliz tempos depois e suas consequências são impossíveis de reparar. É o custo do aprendizado.
     De repente você  percebe todos os erros que cometeu com uma pessoa, as vezes que não respondeu uma mensagem só por preguiça, que não saiu de casa só por estar cansada demais pra enfrentar um local que supostamente não combina com seu modo de pensar... As vezes que julgou sem ao menos perguntar a versão que mais se adequava à vivencia do réu...

Agora é tarde.

 O alvo das suas apostas não fez jus às suas esperanças.

Sua verdade não era a única.

     Agora é aceitar que o tempo me fará superar a perca de uma amizade. Mas que cada iluminar de consciência trará a culpa, como jamais sentida antes.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012



It’s a new life... It’s a new Day...

Não.

Tudo vem acompanhado das mesmas sensações de desespero, de desamparo... Nunca muda.
O que também é incapaz de mudar é a percepção limitada das pessoas que tentam me fazer falar. Poucos fingem querer entender... Alguém sequer tenta, ou imaginar o que se passa por minha cabeça nesses momentos é um privilégio de poucos que vivem tormentos parecidos?
Gostaria de entender a razão de minhas tempestades sentimentais serem desencadeadas por situações tão simples, a razão de me importar tanto com tantos outros que tem a tranquilidade pairando em sua mente enquanto surto.
A razão dessa necessidade de poder compartilhar tudo com alguém que sinta o mesmo.
Pois bem, o Vazio voltou. Ou quem sabe só se camuflou por algum tempo.

domingo, 13 de maio de 2012

     Se meus supostos leitores vivessem de minhas postagens, acredito que hoje eu não tenho mais nenhum... Nem me dei ao trabalho de olhar o que escrevi e sentia na ultima postagem, pra que nao ficasse pensando na Gabriela que escreveu naquele momento.
     Continuo estranha, pelo menos não mudei a ponto de ser uma nova pessoa.
     Dizem que o trabalho dignifica o homem, acredito que no meu caso isso seja real.
     Dizem que a idade tras a paciencia, nisso eu não concordo tanto, mas em relação ao desespero que me corroia, estou ótima, obrigada.
     As mais diversas questões ainda me perturbam, mas agora sei gerencia-las melhor...

     A faculdade? Bem, aquela maquina burocrática ainda funciona, e é capaz de me trazer alivio mesmo estando cada vez mais voltada a planos que não aderi.

     Lendo isso parece que me mudei pra uma fazenda e que tudo é edilico. Talvez seja só o domingo a noite que me dopou.

terça-feira, 19 de julho de 2011

     Há sempre aqueles dias de desespero, em que o mundo parece não te entender. Isso realmete é muito frequênte comigo, mas por mais ridiculo que pareça, sempre que exibo tal desespero online, há uma pessoa que aparece e me salva da selva dos meus pensamentos.
     O entendimento também pode aparecer no curso de uma conversa com um amigo que você não vê a anos, mas que sua presença se faz nos momentos mais inesperados e te dá respostas que você nem havia ainda formulado perguntas.
     Ou então você pode ter uma afirmação espontânea, surgida num momento de nostalgia... na reavaliação de erros, na explicação dos tropeços. Pois bem, minha semana teve todos esses graus de compreenção em dias seguidos e com amigos das mais variadas procedencias e localidades.

Era a cartase que eu precisava nesse momento.

     Desde a última vez que postei, mais uma vez minha vida deu uma guinada surpreendente, acreditem se quiser, mas agora eu trabalho! Sim... Mas por trás de toda a realização pessoal que senti no primeiro momento, começaram a aparecer mais algumas características humanas que eu não conhecia. Antes eu me espantava com o egoismo, com o ciúme, com a falta de senso de mundo... Mas hoje eu me espanto com coisa de 'gente grande', vejo que as fofoquinhas onlinne são coisas inocentes perto das armadilhas que podem te preparar. Hoje prefiro minhas batalhas no Twitter, lutando por algo que eu não sabia o que era, mas era meu orgulho em jogo, uma guerra alimentada por ambos os lados e que no futuro vai nos fazer rir.

     O que vejo hoje são pessoas que tentam desvendar quem você, mesmo quando você não tem nada a esconder. Pessoas que procuram em casa passo seu uma prova irrefutável da sua falta de indole... Pessoas que usam de palavras das mais variadas formas, fazendo você acreditar na docilidade das mesmas, mas que no segundo seguinte, quando você vira as costas só o que você pode sentir são garras nas suas costas. O motivo? Você estar lá.

      Podem me chamar de dramática, mas definitivamente poucas pessoas conhecem meu mundo, este mundo que é capaz de me salvar de tudo caso eu saiba controla-lo de maneira satisfatória. É dificil, mas tenho a cada dia dicas e provas de que nada que aparece em minha frente é por puro acaso, por mais que tentem por na minha mente que destino não existe. Afinal, quem são eles pra decidirem em que acredita.
     Desconexo como sempre. Mas menos perdida que antes.



terça-feira, 15 de março de 2011

Sinto-me em um daqueles dias em que toda a face maligna da realidade se mostra, onde um grito precoce, porem desesperado surge em meio a pensamentos infinitos...

tudo parece sem solução até o momento que percebo o quão foda andam as coisas... ações simples tem grande significado desde quando comecei a trabalhar... só de me deitar na minha cama e comer as coisas da minha geladeira, faz eu ver o quao gostoso é estar aqui.

o Otávio está snedo uma peça primordial tbm... alguém que me completa e compreende...

pessoas que sempre estiveram ao meu lado passam a ter mais importancia, e sinto como se meu foco estivesse melhor...

sinto-me até menos ansiosa.. xD

cansei de escrever.... .-.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Voltei!

Sai das sombras maléficas do blog restrito :D  Tentei me acostumar com o Tumblr, mas as pessoas usam aqui mais como fotolog que pra postar devaneios... .-. muito chato...

Mudei o layout tbm, eu amava o anterior, mas simplesmente surge uma inquietação intensa buscando mudanças pararei com as dorgas UAHSUAHUSa

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Negação.

As vezes ela caminhava sem rumos pensando quais seriam os próximos fatos de sua vida, virar à direita... Atravessar a rua? Não, o que seria dela no próximo dia, mês, ano. Já não acreditava em destino, a vida é um completo acaso onde em questão de segundos podem surgir uma gama de possibilidades, as quais te levarão.
A pior parte deste acaso é que mais do que nunca ela se via a merce de suas escolhas. As vezes pensava qual era o sentido dela estar ali, o que a diferenciava dos outros... Nada a diferenciava, ela já tinha esta certeza desde que conversara com seu melhor amigo, e já tinha decidido que toda aquela balela de todos termos alguma característica tocante que os fazia especiais era apenas mais uma desculpa pra disfarçar algum fracasso em outro campo específico.
Não depositava suas esperanças nas pessoas, elas nada mais são que abutres que tentam satisfazer seu fazio nas suas mágoas, sentia como se fosse uma espécie de competição, onde ganhava a pessoa que conseguia mostrar melhor qual era sua tristeza, não... ela não queria ter um lugar marcado nesse teatro.
Não acreditava mais no amor utópico que lhe apresentaram desde sua infancia, com todas aquelas farsas ridiculas e animadas - A Bela não existe, apenas as Feras.

The end.

Pegando carona na iniciativa do César, resolvi dar uma relembrada nos fatos importantes dessde ano 2010, e mais importante ainda são as pessoas que me ajudaram a passar por esse tumultuado ano... Minha ideia original era uma passaga por cada mês e remoer cada coisa que ainda me fazer vibrar ou ruir.

Primeiramente, meus pais e minhas irmãs. Cara não acreditariam se eu contasse tudo que aconteceu... Talvéz pessoas de fora entenderiam os meus motivos, mas só estes ai realmente sabem quem sou.

Rafael Laporte: nem eu tenho noção da importancia que esse menino tem, meu melhor amigo, meu irmão. Dizem que se sabe quem realmente está do seu lado quando se passa por momentos ruins. Mas nem a maior inimiga das amizades pode me fazer esquecer sequer um detalhe de quem ele é pra mim. Eu não agradeço por quem você é, pois isso me da a impressão de mercadoria, de favor feito. Você é o meu melhor.

Ana Flávia: Esse trem me acompanha desde pirralha terrivel... E me viu ter várias fases, sinceramente eu não sei como ela aguenta até hoje, só sei que entre todo mundo que já vi passar na minha vida, ela é quem mais entrou e saiu e que mais faz falta quando não está.



[Comecei a escrever e esqueci de terminar. No fim de 2011 faço outro direito.]

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010



Definitivamente há coisas que me fazer quer sumir da face da terra, nunca mais voltar pra esse lugarzinho chamado Franca. Não digo que tais fatos me incomodam tanto por hora, afinal...
Mas, será que não é melhor ter a situação analisada mais a fundo? To muito sem paciência pra aguentar chororo de criança... Melhor socar doce nessas seres repugnantes que ficar ouvindo mi mi mi.

Ahhm, como quero dar uma sumida desse lugar. Sem estar em casa, sem celular, sem twitter, sem qualquer ligação com o mundo virtual - pois a capacidade dessas pessoas se limitam a tal meio.

Antes queria que o tempo parasse, congelasse, pra que eu pudesse ver tudo com mais calma, com mais intensidade... Agora quero mais é que passe logo - MUNDO, PARE, EU QUERO DESCER, EXPLODA DEPOIS.

Atualizando.

     Nossa, pensando na vida e na vida - uHAUSHAUsa- me deu vontade de refletir sobre o cotidiano aqui nesse espaço exclusivo para minhas angustias interiores.
     Se analisarmos o que lemos no Método 5 - e sendo racional - a sociedade é uma parte inseparável de nossa vida...
     Mas chega de mimimi, o fato social que me aflinge nesses ultimos dias é a tal ocupação do morro carioca, no inicio isso mão passava de uma desculpa pra ferir pessoas de bem, pra 'limpar' a sociedade dos canceres e que só nos seria prejudicial. Ando impregnada das causas sociais que lemos e estudamos, um governo que benecicia apenas as altas camadas da sociedade - o pobre como alguém descatável, mão de obra inútil e e de fácil substituição.
     Mas vendo tantas expressões populares agradecendo eternamente aos militares e afins, crianças sorrindo, pessoas aproveitando a paz momentânea, por muitos anos desconhecida, me parece que isso pode ser um passo para que finalmente alcancemos uma autonomia social, que nos libertemos desse terror infindável.
     Nas aulas de economia ouvi que a forma de gastar ser que haja um excesso de mercadorias, déficit no dinheiro possivel pra comprar tudo são as guerras. Mas porque em vez de ter investimentos em guerras, não investem na segurança da população?
     Imaginemos a quantidade de empregos gerados, os beneficios que haveria se fosse aumentado o número de oficiais nas ruas, a auto estima gerada por uma crença numa polícia que de veras protege a população.

     Meu instinto visionário sempre foi deveras pessimista, achando que o capitalismo nos cosumiria aos poucos, que a violencia nos mataria dia a dia, pelo medo, pelo desconforto... Um dia repentinamente por uma bala; mas não, essa tomada de um morro veio pra aliviar pessoas além das fronteiras cariocas, além das almas já cansadas pelo martirio diário do tráfico, veio pra por ideias mais positivas na cabeça de casa civil que viu o que um sinal de vida do Estado faz todo um pais acreditar que a luz no fim do túnel ainda não apagou, apenas estava oscilante - por décadas -.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Mais um relacionamento chagando ao fim, mas pela primeira ve na minha vida termino pensando exclusivamente nas coisas boas que meu Marsupial me adicionou... Se finalmente alcancei um patamar onde não me preocupo tanto com o que as pessoas acharão, fazer coisas que me dão vontade sem ficar com nóias depois... Definitivamente foi ele quem me ensinou.

Um término onde ambos continuam pensando que foi um tempo onde fizemos tudo que deu vontade, intensidade incomparável... Sim, ele foi tudo pra mim por mais ou menos três meses.

Nunca quero que nos esqueçamos Gracinha ;D

domingo, 28 de novembro de 2010

Definitivamente minha vontade de fazer qualquer coisa que use o menor esforço físico ou mental está nulo.

18: 20 - 28 de novembro

sábado, 27 de novembro de 2010

Quase que caio na minha burrice de novo. É, é injusto e ingrato chegarem bagunçando minha vida como se fosse qualquer salinha de visitas.
Odeio minhas desilusões - odeio meu jeito 'afobado' e sonhador - odeio achar que algo pode dar certo de novo pelo simples fato de eu querer.

"The line ain't free..."

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Freeze this moment a little bit longer...

Cara, você não vai acreditar, as vezes vejo minha vida passando diante dos meus olhos e não sei qual caminho tomar... Seria melhor estar do lado de lá.

The innocence slips away...

Sabe quando você sabe tudo o que vai acontecer mas ainda quer arriscar?

TIME STAND STILL!

Rush simplesmanete é algo que descreve maravilhosamente tudo o que sinto, não Rush na integra, mas a Time Stand Still tá me matando, vontade de jogar TUDO pro ar e fugir... Ahh, como a vida é mais fácil no Gossip Girl, problemas podem não ser deletados por uma viagem à Paris, mas sim adiados. Me contentaria com uma cidade um pouco maior com qualquer amigo bebum que me levasse pra tomar um porre amnético.
I can't wait till de tide comes around...


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Acho que eu deveria me acostumar com essas coisas estranhas que sinto casualmente. Eu não sei bem o que aconteceu da última vez, só sei que mais uma vez nos odiamos pra sempre.
É ingrato sentir tal coisa, é injusto o destino ainda me por face a face com pessoas que fazem com que eu me recorde de tudo com uma clareza torturante.
É foda saber que as coisas andam bem e cair em medos repentinamente - o tempo passou.

I'll be back to love you again. #not