a day without rain.
Pois as vezes as pessoas não nos compreendem a ponto de nos aliviar.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Uma busca por mim.
Há muitas possibilidades que apontam pra razão dessa perda, mas certamente não existe apenas uma causa...
...Otro dia que vá...
Acredito que o mais difícil já foi, pois reconhecer que nos perdemos é extremamente doloroso, ainda mais quando aparentemente todos seus sonhos estão no alcance da memória. O que falta quando nada falta? Talvez eu me falto.
O motivo do blog? Bem, foi uma das lembranças que carrego de algo que gostava de fazer desde meus primeiros acessos à internet.
O caminho escolhido? Resgatar algumas músicas de infância e adolescência... A cartase que essas músicas trouxeram foram de enorme valia.
domingo, 14 de junho de 2015
OITNB derrubando forninhos novamente
Em tempos de crise ideológica e de passos largos rumos ao “conservadorismo fanático” – se é que cabeaspas nessa situação – eis que o lampejo de uma sério preocupada em desconstruir estigmas volta mais forte do que nunca.
Pra quem vê Orange is the new Black como um mero retrato de uma prisão feminina, onde o centro da atenção é apenas as relações intimas das detentas, eu digo: veja o primeiro capítulo da terceira temporada e só depois disso veja a primeiras temporadas.
Hoje tive a impressão de que o roteiro cansou de ser sutil em sua proposta e trazendo uma complexidade histórica e emocional, foi capaz de desmontar aqueles mais sensíveis às questões em voga.
Primeiramente, o recurso dos flashbacks já usados desde as primeiras temporadas continuam mostrando a humanidade negada àqueles que se encontram no sistema prisional, trazendo as diferentes origens dessas mulheres juntamente com o passado aqueles que detem mais poder naquele nicho, a exemplo da cena retratando o Sr. Headeyem sua infância conturbada com sua mãe. Acredito que foi uma tentativa de apontar o o quanto é infundada a dicotomia funcionários X detentas, uma vez que as vicissitudes da vida pelas quais cada um passou os torna vuneráveis de maneiras diferentes (seja através de carências emocionais ou envolvimento com o mundo dos delitos).
Outro tópico que me fez apostar no aprofundamento crítico da série foi o diálogo da Dogget e Big Boo, retratando com tanta delicadeza e companheirismo dois primas sobre o aborto, que ao meu ver, mostra tão bem a hipocrisia e a negligência da sociedade frente a realidade do trinômio mulher – gestação – pobreza.
Desde as duas primeiras temporadas, pode-se perceber toda a contradição e complexidade que gira em torno da personagem Dogget, que sai do polo “mulher que interrompeu várias gestações” para o outro extremo da situação, onde após uma série de acontecimentos torna-se uma defensora do fanatismo religioso, mas que volta e meia deixa transparecer seu misto de remorso e dúvidas sobre suas decisões do passado, nunca deixando tais sentimentos suplantarem sua atual intolerância a qualquer pensamento divergente de sua nova realidade.
Na cena das pequenas cruzes destinadas a seus “bebês que não tiveram a oportunidade de serem batizados”, surge Big Boo, fazendo a função teatral do crown, falando sobre dados históricos sobre a queda da violência uma década após a legalização do aborto em alguns estados americanos. Uma mistura de teoria malthusianarepaginada, onde vê-se uma pitada da teoria da chamada ‘limpeza social”, que, ainda da fala de Big Boo, deixaram de nascer e não fizeram parte das tristes estatísticas envolvendo os resultados de uma família socialmente desgastada, condições adversas de sobrevivência e falta da perspectiva que estas crianças encarariam desde o berço.
Tal cena trás uma carga que, pessoalmente, joga ao vento toda a sordidez de um sistema que usa em seu proveito toda a dor cotidiana de milhares de mulheres condenas por abortar. Mulheres que, sem alternativas e amarradas às sua condição de pobreza ou qualquer outro motivo não conseguem aceitar seus filhos e se recusam a engolir a imposição de uma suposta maternidade inata. Assim, lhes são negados tanto a condição da escolha sob seus corpos quanto a revolução social que tanto necessitam, que traria ares igualitários economicamente, politicamente e enquanto possibilidade de emancipação ontológica.
Por fim, a festa do Dia das Mães, que inicia-se com um dia de comemoração para todas aquelas que veem nesse dia a oportunidade de ver seus filhos há tanto distantes que é brutalmente finalizada por um toque de recolher que expõe às crianças uma amostra da desumanização que essas mulheres suportam atrás das grades. Sob falas de fundo de crianças pedindo pras suas mães se levantarem do chão, gritos abafados de temor e olhares atônitos de duvida. A realidade mostra sua face mais cruel até para os pequenos que não entendem muito bem a razão daquilo tudo.
E como se não fosse o bastante todos os estágios do descaso, mães também são informadas de seu banimento da vida de suas crianças pequenas sob a justificativa de não deixa-las acostumadas com a vida prisional. O marido, muitas vezes cúmplice nos crimes da esposa se retira da vida da mesma, saindo ileso e passível de encontrar outras companheiras no mundo lá fora.
Ser mulher é um desafio a todas, todos os dias e de qualquer classe social, mas para essas, até sua condição de mulher é negada após serem colocadas atrás das grades.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Novos horizontes!
domingo, 15 de março de 2015
Colocando pingos nos is.
sábado, 12 de abril de 2014
Hoje vai ser uma festa!
Parece que dias intermináveis de ansiedade por fim tiveram seu término... e digo que foi um término muito satisfatório!
Para começar bem as primeiras horas do ~dia do seu nome~, estou aqui pra escrever algumas palavras perdidas, mas que vem com toda a felicidade do mundo, pois estamos juntos mais uma vez!
Sabemos que eu sou uma namorada complicada, mas que cada sorriso seu, faz com que eu veja que estou no lugar certo, e que é ao seu lado que desejo permanecer...
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Enfim, posso respiram um pouquinho....
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
O começo do fim..
Bem, que eu sou uma pessoa extremamente complicada, todos já sabem... E que minha bipolaridade deveria ser estudada, pois está pra existir alguém mais terrível que este ser que vos escreve... Mas, uma coisa que sempre soube destacar são meus pequenos momentos alegres.
Dizem que boas sensações são maximizadas quando sua vida anda mergulhada em más impressões - e se não disseram isso até hoje, então acabo de inaugurar tal verdade - e hoje foi um dia destes.
Não me vejo como alguém de muitos amigos. Sou geniosa, emburrada e rancorosa, mas mesmo com defeitos tão sujos, hoje pude ver uma amostra de companheirismo que há tempos me faltava... Não acredito que seja fácil de encontrar pessoas assim, mas fico grata de tê-las ao meu lado. Nada impede que amanha eu sofre de um surto de mau humor de desaponte vocês novamente. Mas hoje, hoje foi um dias dias mais legais que pude viver.
Talvez seja o final do curso que anda deixando os corações mais moles, porém acredito que boas vivencias são carregas sempre, a despeito do momento. Hoje posso dizer que sentirei falta da faculdade e que tive pessoas que me deram momentos incriveis!
Ana Bê e Maira :)
terça-feira, 23 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Espero que sirva pros seus objetivos :)
Três anos e meio e um suspiro.
Entrar na universidade estava nos meus planos desde os meus 10 anos de idade. Esse já é um fato que marca minhas lembranças, uma vez que desde esta época eu e minhas duas melhores amigas falávamos sobre as vantagens de uma instituição pública e de instituições privadas... Assunto meio estranho para crianças desta idade. Tudo influência de uma mãe que desde sempre viu o estudo como algo de importância ímpar, e que desde que soube que suas filhas alcançaram uma certa maturidade, passou a conversar sobre esta etapa da vida, e por em nossas mentes que a melhor forma de independência era buscar o conhecimento.
Quando chegou o ensino médio, surgiu a boa e velha dúvida sobre qual caminho seguir, o velho sonho infantil pedia medicina, a vontade de instigar a curiosidade dos mais novos pedia algo que me tornasse professora. A dúvida e as condições da época escolheram Serviço Social - Unesp - Franca.
Por ter conversas recorrentes dentro de casa, nunca me senti pressionada a entrar em uma faculdade, aquilo já fazia parte de mim a tanto tempo, que existia sim uma enorme ansiedade, planos sem fim... A vontade de morar fora não foi possível, mas a saída da rotina infantil conta até hoje como uma experiência sem igual. Mas hoje acredito que entrei bem imatura neste novo mundo, e que formar-me com 22 anos é uma responsabilidade grande, ainda não me sinto confortável com a ideia de ter um 'alvará' em forma de diploma falando que sou alguém capaz de lidar com uma profissão tão complexa.
Conhecer uma nova perspectiva do mundo não é fácil, ainda mais em uma época em que nossos ideais são destruídos a todo momento, é bem desafiante filtrar a quantidade de informações que recebemos daqueles chamados veteranos. Passei por crises de identidade, de religião, de visão política, percepção familiar... Tudo!
Reconhecer que fomos criados de forma egoísta e meritocrática foi o maior desafio subjetivo, pois foi o primeiro lugar em que convivi com pessoas de diferentes idades e crenças, onde conversar é a única forma de criar inimizades e falsas idéias das pessoas. Finalmente considerei a ideia alheia, as diferentes formas de criação e educação, entretanto a noção de respeito mútuo se afirmou definitivamente, pois pude compreender diferentes formas de ser.
O maior obstáculo foi começar a trabalhar no meu segundo ano de faculdade, viajar todos os dias para uma cidade vizinha, não encontrar tempo para estudar, ficando fora praticamente 15 horas por dia. Mas nenhuma situação vem desligada de um novo conhecimento, passei a entender e me preocupar com uma nova realidade a qual não conhecia: a dos estudantes trabalhadores. Percebi a dificuldade que é buscar uma melhora intelectual e financeira frente a um mercado de trabalho tão precário e massante, reparei que a educação é super valorizada enquanto você tem dinheiro para se mantem sem precisar trabalhar, e que no momento em que você busca um estágio pra por em prática 3 anos de teoria, você se vê barrado por pessoas sem ética, que defendem direitos e acesso individual. O estudo é algo elitista, e as pessoas são hipócritas.
Enfim, e a despeito de tantos tropeços, a faculdade é um lugar que instiga o crescimento humano das mais diversas formas, e apesar de seu constante desmonte ela ainda é capaz de formas mentes preocupadas com uma sociedade justa.
A utopia ainda não dormiu.
Gabriela Fernandes Guimarães
4º ano de Serviço Social
21 anos
Aqui se faz e aqui se paga.
Pois fiz um agrado ao meu espírito de humanidade no início da tarde e a noite obtive uma prova de que as pessoas estão carentes de ajuda e ajudar.
E nesse dia seguinte penso que nada mais legal que precisar de quem está ao seu redor... Seja por uma tremenda dor de estômago ou de alma.
Estou feliz pois as coisas caminham e me fazem desconstruir e construir minhas perspectivas...
Lembre-se, nunca interrompa um post pela metade e retome no dia seguinte.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
Hoje foi falado sobre o amor fraterno e a quem devemos direciona-lo, mas já não sei se as consecutivas tentativas valem mais a pena. Ok, eu sempre tive grandes erros, mas por mais impulsiva que eu seja, ainda tenho capacidade de ao menos tentar.
As vezes ficamos tão preocupados em quantificar o quão maior é nosso desespero, frente ao desespero dos outros, que esquecemos de observar que estamos sendo nocivos, negativos e desleais às oportunidades que existem ao redor.
Bem, meu endereço não tem a possibilidade de mudar tão cedo; as formas de comunicação hoje em dia são bem diversificadas.... Não será difícil encontrarem- me quando necessário. Hoje eu oficialmente abro mão de olhar apenas o meio vazio de minha vida.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Chega a hora em que não nos reconhecemos mais, seu coração diz que as pessoas valem a pena, e que compreende-las é a maior expressão de amor, enquanto suas ações e vivências mostram que o que reina é a descrença. Qual a saida?
Mais uma vez olhando exemplos, a resposta é a solidão, um retiro para que a resposta verdadeira não tenha influencia de sentimentos batidos. Mas a questão aqui vai além: conhecer a sia mesmo e ter uma postura melhor frente a vida... Isto requer treinamento.
sábado, 1 de junho de 2013
Bem, nunca fui a pessoa mais fria do mundo, mas atualmente - com uma pequena ajuda profissional - me sinto capaz de distinguir o que me faz bem do que me faz sentir incapaz... O maior problema da minha vida: pessoas.
Mas e quando optamos por defender o lado errado, e quando uma escolha se mostra infeliz tempos depois e suas consequências são impossíveis de reparar. É o custo do aprendizado.
De repente você percebe todos os erros que cometeu com uma pessoa, as vezes que não respondeu uma mensagem só por preguiça, que não saiu de casa só por estar cansada demais pra enfrentar um local que supostamente não combina com seu modo de pensar... As vezes que julgou sem ao menos perguntar a versão que mais se adequava à vivencia do réu...
Agora é tarde.
O alvo das suas apostas não fez jus às suas esperanças.
Sua verdade não era a única.
Agora é aceitar que o tempo me fará superar a perca de uma amizade. Mas que cada iluminar de consciência trará a culpa, como jamais sentida antes.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O que também é incapaz de mudar é a percepção limitada das pessoas que tentam me fazer falar. Poucos fingem querer entender... Alguém sequer tenta, ou imaginar o que se passa por minha cabeça nesses momentos é um privilégio de poucos que vivem tormentos parecidos?
domingo, 13 de maio de 2012
Continuo estranha, pelo menos não mudei a ponto de ser uma nova pessoa.
Dizem que o trabalho dignifica o homem, acredito que no meu caso isso seja real.
Dizem que a idade tras a paciencia, nisso eu não concordo tanto, mas em relação ao desespero que me corroia, estou ótima, obrigada.
As mais diversas questões ainda me perturbam, mas agora sei gerencia-las melhor...
A faculdade? Bem, aquela maquina burocrática ainda funciona, e é capaz de me trazer alivio mesmo estando cada vez mais voltada a planos que não aderi.
Lendo isso parece que me mudei pra uma fazenda e que tudo é edilico. Talvez seja só o domingo a noite que me dopou.
terça-feira, 19 de julho de 2011
O entendimento também pode aparecer no curso de uma conversa com um amigo que você não vê a anos, mas que sua presença se faz nos momentos mais inesperados e te dá respostas que você nem havia ainda formulado perguntas.
Ou então você pode ter uma afirmação espontânea, surgida num momento de nostalgia... na reavaliação de erros, na explicação dos tropeços. Pois bem, minha semana teve todos esses graus de compreenção em dias seguidos e com amigos das mais variadas procedencias e localidades.
O que vejo hoje são pessoas que tentam desvendar quem você, mesmo quando você não tem nada a esconder. Pessoas que procuram em casa passo seu uma prova irrefutável da sua falta de indole... Pessoas que usam de palavras das mais variadas formas, fazendo você acreditar na docilidade das mesmas, mas que no segundo seguinte, quando você vira as costas só o que você pode sentir são garras nas suas costas. O motivo? Você estar lá.
Podem me chamar de dramática, mas definitivamente poucas pessoas conhecem meu mundo, este mundo que é capaz de me salvar de tudo caso eu saiba controla-lo de maneira satisfatória. É dificil, mas tenho a cada dia dicas e provas de que nada que aparece em minha frente é por puro acaso, por mais que tentem por na minha mente que destino não existe. Afinal, quem são eles pra decidirem em que acredita.
Desconexo como sempre. Mas menos perdida que antes.
terça-feira, 15 de março de 2011
tudo parece sem solução até o momento que percebo o quão foda andam as coisas... ações simples tem grande significado desde quando comecei a trabalhar... só de me deitar na minha cama e comer as coisas da minha geladeira, faz eu ver o quao gostoso é estar aqui.
o Otávio está snedo uma peça primordial tbm... alguém que me completa e compreende...
pessoas que sempre estiveram ao meu lado passam a ter mais importancia, e sinto como se meu foco estivesse melhor...
sinto-me até menos ansiosa.. xD
cansei de escrever.... .-.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Voltei!
Mudei o layout tbm, eu amava o anterior, mas simplesmente surge uma inquietação intensa buscando mudanças
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Negação.
A pior parte deste acaso é que mais do que nunca ela se via a merce de suas escolhas. As vezes pensava qual era o sentido dela estar ali, o que a diferenciava dos outros... Nada a diferenciava, ela já tinha esta certeza desde que conversara com seu melhor amigo, e já tinha decidido que toda aquela balela de todos termos alguma característica tocante que os fazia especiais era apenas mais uma desculpa pra disfarçar algum fracasso em outro campo específico.
Não depositava suas esperanças nas pessoas, elas nada mais são que abutres que tentam satisfazer seu fazio nas suas mágoas, sentia como se fosse uma espécie de competição, onde ganhava a pessoa que conseguia mostrar melhor qual era sua tristeza, não... ela não queria ter um lugar marcado nesse teatro.
Não acreditava mais no amor utópico que lhe apresentaram desde sua infancia, com todas aquelas farsas ridiculas e animadas - A Bela não existe, apenas as Feras.
The end.
Primeiramente, meus pais e minhas irmãs. Cara não acreditariam se eu contasse tudo que aconteceu... Talvéz pessoas de fora entenderiam os meus motivos, mas só estes ai realmente sabem quem sou.
Rafael Laporte: nem eu tenho noção da importancia que esse menino tem, meu melhor amigo, meu irmão. Dizem que se sabe quem realmente está do seu lado quando se passa por momentos ruins. Mas nem a maior inimiga das amizades pode me fazer esquecer sequer um detalhe de quem ele é pra mim. Eu não agradeço por quem você é, pois isso me da a impressão de mercadoria, de favor feito. Você é o meu melhor.
Ana Flávia: Esse trem me acompanha desde pirralha terrivel... E me viu ter várias fases, sinceramente eu não sei como ela aguenta até hoje, só sei que entre todo mundo que já vi passar na minha vida, ela é quem mais entrou e saiu e que mais faz falta quando não está.
[Comecei a escrever e esqueci de terminar. No fim de 2011 faço outro direito.]
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mas, será que não é melhor ter a situação analisada mais a fundo? To muito sem paciência pra aguentar chororo de criança... Melhor socar doce nessas seres repugnantes que ficar ouvindo mi mi mi.
Ahhm, como quero dar uma sumida desse lugar. Sem estar em casa, sem celular, sem twitter, sem qualquer ligação com o mundo virtual - pois a capacidade dessas pessoas se limitam a tal meio.
Antes queria que o tempo parasse, congelasse, pra que eu pudesse ver tudo com mais calma, com mais intensidade... Agora quero mais é que passe logo - MUNDO, PARE, EU QUERO DESCER, EXPLODA DEPOIS.
Atualizando.
Se analisarmos o que lemos no Método 5 - e sendo racional - a sociedade é uma parte inseparável de nossa vida...
Mas chega de mimimi, o fato social que me aflinge nesses ultimos dias é a tal ocupação do morro carioca, no inicio isso mão passava de uma desculpa pra ferir pessoas de bem, pra 'limpar' a sociedade dos canceres e que só nos seria prejudicial. Ando impregnada das causas sociais que lemos e estudamos, um governo que benecicia apenas as altas camadas da sociedade - o pobre como alguém descatável, mão de obra inútil e e de fácil substituição.
Mas vendo tantas expressões populares agradecendo eternamente aos militares e afins, crianças sorrindo, pessoas aproveitando a paz momentânea, por muitos anos desconhecida, me parece que isso pode ser um passo para que finalmente alcancemos uma autonomia social, que nos libertemos desse terror infindável.
Nas aulas de economia ouvi que a forma de gastar ser que haja um excesso de mercadorias, déficit no dinheiro possivel pra comprar tudo são as guerras. Mas porque em vez de ter investimentos em guerras, não investem na segurança da população?
Imaginemos a quantidade de empregos gerados, os beneficios que haveria se fosse aumentado o número de oficiais nas ruas, a auto estima gerada por uma crença numa polícia que de veras protege a população.
Meu instinto visionário sempre foi deveras pessimista, achando que o capitalismo nos cosumiria aos poucos, que a violencia nos mataria dia a dia, pelo medo, pelo desconforto... Um dia repentinamente por uma bala; mas não, essa tomada de um morro veio pra aliviar pessoas além das fronteiras cariocas, além das almas já cansadas pelo martirio diário do tráfico, veio pra por ideias mais positivas na cabeça de casa civil que viu o que um sinal de vida do Estado faz todo um pais acreditar que a luz no fim do túnel ainda não apagou, apenas estava oscilante - por décadas -.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Um término onde ambos continuam pensando que foi um tempo onde fizemos tudo que deu vontade, intensidade incomparável... Sim, ele foi tudo pra mim por mais ou menos três meses.
Nunca quero que nos esqueçamos Gracinha ;D
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Odeio minhas desilusões - odeio meu jeito 'afobado' e sonhador - odeio achar que algo pode dar certo de novo pelo simples fato de eu querer.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
É ingrato sentir tal coisa, é injusto o destino ainda me por face a face com pessoas que fazem com que eu me recorde de tudo com uma clareza torturante.
É foda saber que as coisas andam bem e cair em medos repentinamente - o tempo passou.

