Nada melhor do que conversar com a pessoa que mais viu minhas burradas na vida pra entender o que se passa atualmente na minha vida: Ana Flávia Martins Miliani. Certamente esta sabe mais de mim que eu mesma.
Nada mais chorante que um dia parar e ver tudo que erramos e ver se realmente vale a pena ter um momento de recaida. Recaidas são para fracos!
Afinal, que eu não estivesse fazendo o correto eu não teria passado o ultimo mês vivendo sem correr atrás dos meus erros. Quem precisa deles.
Os últimos dias não foram exatamente muito fáceis, perder o Ari assim tão de repente não foi uma experiencia que me fez crescer em nada. Simplesmente senti pela primeira vez essa sensação tão escancarada na minha vida.
Já perdi um professor antes, mas não fui ver todo aquele ‘teatro’ (NÃO, NÃO ESTOU DIZENDO QUE AS PESSOAS FINGEM A DOR DE UMA MORTE) de horrores… Toda aquela situação funebre, aquelas pessoas chorando, aquela esposa que parece mais morta que aquele que realmente morreu.
Pensar em tudo que ele fez que me marcou, e comparar com o que ele passou com os mais próximos realmente é algo que mais me deprime, se eu me senti daquela maneia, imagina os mais próximos, realmente é uma dimensão que não posso compreender, e espero não encarara tão cedo.
Bem, a nós só cabe rezar e desejar que o lugar onde ele está seja tão feliz quanto dizem… Lembra-lo com felicidade pelo o que fez e não com a tristeza dele ter partido.
Vi hoje o video da minha colação de grau, onde ele foi o orador… Onde tem uma parte em que ele fala que a cada ano ele teria sua ‘melhor classe’… É, fomos sua ultima melhor classe, ele foi nosso unico melhor Ari.
Enfim… Conhecia todo o planeta, agora todo o universo… Nos fará saudades Mestre Ari… Um jogo do Cothintians ou do Brasil sempre vai ter sua marquinha especial pra mim.
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