segunda-feira, 26 de julho de 2010

    Realmente detesto estas madrugadas em que o duvida assola minha mente, minha única consolação é que daqui umas duas horas o sol aparece e ilumina todas as minhas loucuras e dá lugar a mais um dia em que tento parar de errar, parar de me angustiar, parar de pensar mais nos outros que em mim. Definitivamente seria mais facil caso o Rafa estivesse online, já que últimamente é a único que tem a capacidade de imaginar tudo que sinto.
     A minha volta as pessoas parecem casa vez mais diferentes, realmente fico impressionada ao ver como o tempo transforma crianças que não gostam umas das outras por birra, em pessoas dispostas a conhecer o melhor que cada um tem a oferecem... a ouvir as novas experiencias dos velhos companheiros de  tortura metodologica e arcaica. XD
    
    A coisa que mais me perturba no momento é perceber que por mais que façamos tudo pra acertar com alguém, vamos escorregar em algum momento e a unica coisa que será memoravel é a droga do erro - SEMPRE. Já não aguento agir como se cada movimento tivesse que ser calculado, já me livertei de tantos paradigmas idiotas, tantos idealismos sem lógica... Porra, eu quero fazer o que me vir a cabeça sem me preocupar se quem eu gosto vai ficar puto ou não, pq sempre eu tenho que ser a mderada, pq eu sempre fui qm entende?

    Cansei também de me preocupar com o quanto eu valho pros outros, pois isso realmente me tras muitos problemas... A vidinha virtual pseudo famosa das pessoas passam a me deixar intrigada... De que vale falar e falar que morre de amores por alguém, que poe milhares de declarações e simbolos de modalidade 'oiada interna' se quando o alvo desses carinhos está na sua frente e você não faz questão? Qual a razão de seguir o que todos estão fazendo, porque até os ditos mais afastados da alienação têm as mesmas características incomuns... Será que as interações são tão previsiveis? E qual será a finalidade de exibir a felicidade pessoal para os quatro cantos da web? Será que já ficou tudo tão global a ponto de não sermos felizes sem sermos assistidos?

     Por hora é só isso que tenho a falar.

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